Lava Jato vira palco de drama amoroso com tiros, fuga e celular roubado – e o marido no meio da confusão

Na noite desta segunda-feira (14/07), um lava jato às margens da BR-163, virou cenário de um episódio que misturou traição, tiros e uma perseguição digna de filme. Tudo começou quando S. D. O, 43 anos, foi surpreendida por um Gol azul que a “convidou” de forma nada gentil a entrar no estabelecimento.

A motorista do Gol? Nada mais, nada menos que F.B.S., esposa de M. A. S.. S. – que, segundo ela, estaria envolvido em um caso extraconjugal com a mulher abordada. A esposa, armada até os dentes (literalmente), não só pegou a chave do Corsa Classic da suposta rival como ainda confiscou seu celular (um Samsung de fundo preto, detalhe importante para a trama). E, como se não bastasse, decidiu decorar o carro de sócia com três furos de bala.

O homem no centro do furacão, garantiu que não estava presente no “encontro” – teria chegado depois, de carona, como um mero espectador da confusão. Mas a situação só piorou: A agressora fugiu em seu Gol azul e, após uma perseguição digna de Velozes e Furiosos: MS Edition, foi interceptada pela PM. No carro, a polícia encontrou os pertences de sócia, ora vítima, e uma capa para arma longa uma carabina .357 Magnum.

A arma? Bem, a agressora alegou que a jogou pela janela durante a fuga, num gesto meio “se não posso ter ele, ninguém terá a arma”. E, pasmem, a polícia realmente encontrou a arma perto de um bueiro, como em um roteiro previsível de novela das seis.

A mulher agressora confessou o crime, justificando que tudo foi motivado por suspeitas de traição. Enquanto isso, o homem, além de ter que explicar à esposa, ainda teve que apresentar a documentação da arma – que, por sinal, estava devidamente registrada.

No final, a suposta traída e agressora foi presa, a vítima sem celular (mas com o Corsa perfurado) e homem… bom, provavelmente está repensando suas escolhas amorosas.

E agora? A Justiça decide se essa história vira um episódio de “Casos de Família” ou um filme da sessão da tarde.

Moral da história: Se for trair, pelo menos não deixe a arma registrada no seu nome.

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