Cana Brava desafia a justiça de Pedro Gomes!

Ah, Cana Brava, em um mundo onde documentos judiciais são apenas sugestões e a lei é algo a ser interpretado conforme o grau etílico do dia, ele decidiu que um pedaço de papel não determinaria seu destino.

A Polícia Militar de Pedro Gomes foi acionada pela esposa, aquela mesma que, veja só, queria que Cana Brava desocupasse a casa, pediu uma medida protetiva. Um oficial de justiça foi até a residência do casal, todo educado, entregou a decisão judicial, explicando calmamente que era hora dele pegar seu banquinho e sair. Mas nosso herói da insubordinação tinha outros planos.

Com a destreza de quem acredita ser um juiz do próprio destino, rasgou a decisão e a jogou no lixo, como se, ao fazê-lo, o problema se autodestruísse junto com os pedacinhos de papel. Exausto de tanta bravura e cachaça, entregou-se ao sono no chão da própria casa, embalado pelo doce aroma de álcool.

Os policiais chegaram e encontraram Cana Brava em seu glorioso estado: desacordado, com reflexos que fariam um bicho-preguiça parecer ágil. Após um gentil despertar promovido pela força policial, ele ainda tentou balbuciar algo, mas sua dicção de quem travou uma batalha intensa com a cachaça não ajudou. Resultado? Conduzido com honras para a delegacia. Lá, foi autuado em flagrante por descumprimento de ordem judicial. Quem diria que desafiar a justiça, ignorar ordens e dormir bêbado no chão não eram formas eficazes de evitar problemas legais? O sistema de justiça agora decidirá o futuro de Cana Brava, que, talvez, aprenda que rasgar documentos não é o mesmo que revogar decisões.

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