Comitiva de MS segue retida em Israel após ataque ao Irã

Três integrantes da comitiva de Mato Grosso do Sul que estão em missão internacional em Israel não tem previsão de retorno ao Brasil após o país realizar um ataque contra o Irã na madrugada de quinta-feira (12). O grupo segue na cidade de Jafa, ao sul de Tel Aviv, e informou que está em segurança, mas que ainda será preciso aguardar a reabertura do espaço aéreo para embarcar de volta.

Entre os representantes de MS estão Christinne Maymone, secretária-adjunta da SES (Secretaria de Estado de Saúde); Marcos Espíndola, responsável pelo setor de tecnologia da pasta; e Ricardo Senna, secretário-executivo de Ciência e Tecnologia, conforme nota divulgada pelo governo estadual.

Como foi o ataque
Israel utilizou 200 caças em seu ataque, lançando mais de 330 “munições diversas” e atingindo mais de 100 alvos em todo o Irã, segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF na sigla em inglês). Diversos militares iranianos de alto escalão foram mortos nos ataques. Entre eles, está o General Hossein Salami, o poderoso comandante-chefe da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã; o Major-General Mohammad Bagheri, o oficial militar de mais alta patente do Irã; e o ex-chefe de segurança nacional do Irã, Ali Shamkhani.

Líder supremo do Irã fala em guerra
Após os ataques iniciados por Israel o Irã contra atacou e atingiu Gush Dan, região que inclui as cidades de Tel Aviv e Ramat Gan que compreendem a maior área metropolitana de Israel.

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou em um comunicado que Israel iniciou uma guerra e afirmou que não será permitido realizar “ataque e fuga” sem consequências graves.

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