O Governo de Mato Grosso do Sul anunciou que já está disponível o pré-cadastro para o programa Criança na Creche. A iniciativa ajuda mães que criam seus filhos sozinhas a terem um lugar seguro para deixar as crianças enquanto trabalham ou estudam.
O programa oferece um valor extra de R$ 600 por mês para cada filho com idade entre 0 e quase 4 anos (até 3 anos, 11 meses e 29 dias).
Como funciona o pagamento?
O dinheiro é destinado para pagar uma creche ou, conforme a nova regra de dezembro de 2025, um cuidador particular. Isso ajuda aquela mãe que não consegue uma vaga em creches públicas ou que precisa de alguém de confiança para cuidar do bebê enquanto ela busca sua independência financeira.
Importante: Se a mãe estiver estudando (ensino regular ou EJA), ela ainda pode receber um adicional de R$ 300, incentivando que ela termine seus estudos.
Regras para quem quer contratar um cuidador
Para garantir a segurança da criança, se a mãe escolher um cuidador particular em vez de uma creche, essa pessoa precisará:
Apresentar certidões da Justiça (nada consta criminal);
Assinar um documento prometendo cuidar bem da criança;
Informar o endereço onde o cuidado será feito, pois o Governo realizará visitas para fiscalizar.
Quem pode participar?
O benefício é exclusivo para quem já recebe o Mais Social. Além disso:
Não pode acumular com outros auxílios (exceto o próprio Mais Social e o BPC);
O governo dará prioridade para famílias com menor renda e mulheres em situação de violência doméstica;
É necessário morar no Mato Grosso do Sul há pelo menos dois anos.
Passo a passo para se inscrever
Acesse o site: Entre no portal da Sead – https://www.sead.ms.gov.br/programas-e-projetos/mulher-trabalhadora-crianca-na-creche/
Faça o pré-cadastro: Preencha os dados solicitados e envie.
Aguarde a análise: O preenchimento não garante o dinheiro na hora. A equipe da assistência social vai conferir se existem vagas em creches públicas perto de você e se todos os documentos estão certos antes de aprovar.
Paulo Fernandes, Comunicação Sead
Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo
