A Federação PRD e Solidariedade lança Delcídio do Amaral como candidato ao governo de Mato Grosso do Sul

Atualidades Politica

A federação Renovação Solidária em Mato Grosso do Sul (composta pelo PRD e pelo Solidariedade) confirmou a candidatura do ex-senador Delcídio do Amaral ao governo do Estado. A decisão foi formalizada durante convenção realizada de forma on-line.

Candidaturas Aprovadas na Convenção

Governador: Delcídio do Amaral
Vice-Governadora: Francisca Esmeralda Ajala
Senado: Sidney Vargas de Oliveira

Candidatos a Deputado Federal:

Adriano Rodrigues da Silva
Antonio Cesar Santos Sabatel
Eleandra Pachucki Sertão
Giovani Zanata de Oliveira
Jardelino de Souza
Juvenal Ferreira da Silva
Luciana de Oliveira
Mauricio Picarelli
Rebeca de Jesus Costa
Vera Mendonça

Candidatos a Deputado Estadual:

Adamario de Lana Gerling Junior
Admilso Cesario Santos
Aloisio Baeta
Andre Kovalski
Antonio Celso Junior
Aratani de Almeida
Carlos Alexandre Golfeto
David Nicoline de Assis
Dilson Rodrigues de Arruda Carvalho
Doroti Borges Justino
Euvaldo Lucindo de Almeida
Fabio Junior Alves da Costa
Fatima Aparecida Santos
Fernanda Souza Araujo
Fernando Augusto Abdo Villalba
Jane Terezinha Lino
Leticia Tocantins Lobo
Maria Fernanda Ribeiro de Jesus
Maria Sirlene de Freitas
Odiney Loubet Ortiz
Paulo Cesar Alves
Percio Fabiano Preguiça
Sandra Cabanha
Sergio Eduardo Silveira Fahed
Silverio Alves R. da Silva
Thiago Leonardo Miranda

Delcídio do Amaral é ex-senador e atuou como líder do governo Dilma Rousseff no Senado. Em novembro de 2015, foi preso no âmbito da Operação Lava Jato sob a acusação de tentar obstruir as investigações.

Em fevereiro de 2016, deixou a prisão após assinar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF), tornando-se o primeiro político a firmar esse tipo de colaboração na operação. Como parte do acordo, comprometeu-se a pagar uma multa de R$ 1,5 milhão, da qual chegou a quitar uma fração.

Em maio do mesmo ano, teve seu mandato cassado pelo Senado por quebra de decoro parlamentar. Posteriormente, a defesa do ex-senador recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a cobrança da multa, argumentando a ausência de condenação criminal nas ações derivadas de sua delação. A Segunda Turma do STF acolheu o pedido por 3 votos a 2, concluindo que a obrigação financeira não poderia ser mantida sem uma condenação formal.

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